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Reforma Previdência

Trabalhadores dizem não à Reforma da Previdência

Classe trabalhadora rejeita mudanças na Previdência

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Nesta quarta-feira (20) o SINTE-PI participou da manifestação contra a Reforma da Previdência, entregue nesta manhã no Congresso pelo governo Bolsonaro. O movimento dos/as trabalhadores/as  em Educação básica pública começou em frente ao prédio do IASPI e seguiu para a Praça Rio Branco, em frente a sede do INSS, onde se reuniu com outras entidades sindicais e movimentos populares.
A reforma apresentada pelo atual governo estabelece como idade mínima 65 anos para homens e 62 para mulheres, com período de transição de 10 anos e 12 anos respectivamente. A proposta penaliza a classe trabalhadora, mais do que a apresentada pelo governo Temer.
O Governo do Piauí aumentou a alíquota de contribuição de 11% para 14%, sob alegação de déficit no sistema, seguindo a lógica e modelos neoliberais que sacrificam a classe trabalhadora e concede mais privilégios a empresários, como por exemplo, a renuncia fiscal na cobrança de de impostos para estes, correspondendo a valores que poderiam cobrir o déficit da Previdência. 
Na ocasião, Paulina Almeida, presidente do SINTE-PI,  reafirmou que os trabalhadores em educação continuarão a lutar pelos seus direitos "O fortalecimento e a resistência permanecem como caminho para os todos os trabalhadores, precisamos estar unidos nesta luta para enfrentar essa reforma que liquida com os nossos direitos.", afirmou a presidente durante o ato. 
Estiveram presente: Sinte-PI e Núcleos Regionais de: Campo Maior, Jaicós, Piripiri, José de Freitas, Esperantina, Água Branca, Altos. FETAG, CUT-PI, CTB, Conlutas, Servidores federais, rodoviários, bancários, confecções, comerciários,Adcespi, radialistas, previdenciários, correios,servidores municipais,SINDESPI, servidores do judiciário, coletivos de mulheres, jovens e LGBT, movimento estudantil e associações.

 

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