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Luta

Assembleia Geral Extraordinária: categoria em marcha pela valorização da educação no Piauí

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Na próxima quinta-feira (6), a partir das 8h30, o Clube do SINTE em Teresina será palco de um momento decisivo para os trabalhadores e trabalhadoras da educação, a Assembleia Geral Extraordinária.

Mais do que uma reunião, é um chamado à ação coletiva, à unidade e resistência diante do governo para garantir os direitos da categoria.

O que estará em debate:

  • Negociação com o governo sobre o Plano de Cargos, Carreiras e Salários (PCCS);
  • Estratégias de mobilização para assegurar a aprovação do PCCS;
  • Informes gerais e encaminhamentos.

Presença que faz a diferença

Participar da Assembleia não é apenas cumprir um compromisso sindical. É um ato político. O PCCS representa a espinha dorsal da valorização profissional e da dignidade de quem constrói a educação pública todos os dias.

Sem carreira estruturada, não há futuro para nossas escolas. O governo precisa sentir a força da categoria organizada, e isso só se materializa quando cada educador e educadora ocupa seu lugar na luta.

A ausência de um plano justo significa perpetuar a precarização, a desvalorização salarial e o desrespeito às condições de trabalho. Estar presente é afirmar que não aceitaremos ser invisibilizados, que não admitiremos retrocessos e que nossa voz ecoará com força diante do poder público.

Unidade e enfrentamento

O SINTE-PI reafirma sua trajetória histórica na defesa da educação pública, gratuita, laica e de qualidade socialmente referenciada. É hora de unidade, de resistência e de pressão organizada para que o governo cumpra sua responsabilidade e respeite os direitos da categoria.

A Assembleia será o espaço para planejar estratégias de enfrentamento, definir os próximos passos da mobilização. É o momento de transformar indignação em ação coletiva e mostrar que nossa luta não se curva.

A memória da luta nos convoca

A história da educação no Piauí é marcada por conquistas arrancadas com mobilização e coragem. Cada vitória foi fruto da resistência coletiva. Agora, mais uma vez, é hora de reafirmar que estamos juntos, que não abrimos mão dos nossos direitos e que a educação pública só se sustenta com trabalhadores valorizados.

A EDUCAÇÃO PÚBLICA NÃO SE DEFENDE COM SILÊNCIO, MAS COM LUTA ORGANIZADA!

 

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