O SINTE-PI apresentou suas críticas ao projeto de Escolas em Tempo Integral do governo Rafael Fonteles durante a Audiência Pública realizada na Assembleia Legislativa do Piauí (Alepi), na manhã desta segunda-feira (11).
Proposta pelo deputado Marden Meneses (Progressistas) e conduzida pelo presidente da Comissão de Administração Pública e Política Social (CAPPS), Gustavo Neiva (Progressistas), a Audiência Pública contou com a participação dos trabalhadores e trabalhadoras da rede estadual de Educação, colocando em pauta o projeto do governo Rafael Fonteles em relação ao fomento das escolas em tempo integral no estado.
No curso do debate, a diretora adjunta da Seccretaria de Assuntos Jurídicos do SINTE-PI, Benedita Guimarães, representando a presidente do sindicato, Paulina Almeida, que estava em agenda como diretora da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), Odaly Medeiros, presidente da Central Única dos Trabalhadores do Piauí (CUT-PI), Fábio Matos, diretor nacional da Confederação dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), Emanuel Vital, representante das Escolas em Tempo Integral de Oeiras, Josimar da Silva, presidente do SINTE de Demerval Lobão e Dionísia Ribeiro, presidente do SINTE de São João do Piauí, firmaram, mais uma vez, a posição dos trabalhadores e trabalhadoras da rede estadual de educação em relação a forma açodada e midiática com que o governo estadual pretende criar mais escolas em tempo integral, sem condições estrutarais mínimas para o acolhimento da comunidade escolar.
A Audiência teve a participação de Gilson de Araújo, representando Kennedy Barros, presidente do Tribunal de Contas do Estado (TCE-PI) e do Superintendente Executivo da SEDUC-PI, Rodriques Torres, representando o Secretário Estadual de Educação, Washington Bandeira..
Ao tempo em que o SINTE-PI registrou a importância da Alepi representar uma via para que o debate avance de forma concreta, também deixou patente, em contraponto a manifestação do Superintendente Executivo da SEDUC-PI, que o diálogo institucional entre o governo Rafael Fonteles e o sindicato não faz juz a uma gestão que se coloca como sendo do campo popular. Além disto, foi exposta a realidade da escolas da rede estadual e sublinhado que o sindicato sempre apoiou e continua apoiando as criação de escolas em Tempo Integral, desde que realmente estruturadas para este modelo e com a classe trabalhadora valorizada de fato.


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