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BONIFICAÇÃO NÃO

TRABALHADORES/AS DA EDUCAÇÃO REJEITAM POLÍTICA DE ABONO APRESENTADA PELA SEDUC-PI

Greve não é descartada para o 2º semestre

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Na manhã desta quarta-feira (23/05) realizada no Clube Social do Sinte, os trabalhadores e trabalhadoras da rede estadual de educação rejeitaram a proposta apresentada pelo secretário estadual de educação, Washington Bandeira.

A presidente do Sinte-PI, Paulina Almeida, abriu a assembleia geral relatando o resultado da reunião com o secretário da educação, Washington Bandeira, que aconteceu na noite do dia 22.

A presidente do Sinte, professora Paulina Almeida, se posicionou contrária à política de bonificação apresentada pelo secretário. “O secretário apresentou uma política de bonificação para os servidores da ativa criando uma política de bonificação que representa um “apartheid” entre ativos e aposentados.”, destacou ela.

A defesa do SINTE-PI foi e sempre será reajuste linear e na carreira de acordo com os percentuais anunciado pelo Ministério da Educação para esse ano de 14,95%. A categoria vai continuar mobilizada e se organizando para o segundo semestre letivo, onde não descarta a possibilidade greve por tempo indeterminado da educação estadual.

“O estado tem condições de pagar o reajuste linear e na carreira para todos os trabalhadores em educação ativos e aposentados. Além disto, a bonificação é temporária e não vai para a aposentadoria.

Quando questionados sobre reajuste salarial a secretária de assuntos sociais (SERES) Núbia Lopes, disse que o governador Rafael Fonteles pretende dar um reajuste salarial para todas as categorias, mas só no ano que vem.

Ao final da Assembleia foi aprovado:

- 14/06 – Manifestação na Seduc

- 20/06 – Assembleia para eleger delegados para o Congresso Estadual da CUT-PI

- Início de julho – Assembleia Geral para definir datas de indicativo de greve para o 2º semestre

“O governo desobedece várias leis que dizem respeito à valorização da educação pública e seus profissionais, começando pela Lei Estadual 71/2006,  que é o plano de carreira, quando igualou a metade das classes com a aprovação da complementação para atingir o piso nacional do magistério. Outras leis que está em desobediência são Constituição Federal, Plano Nacional de Educação (PNE), Lei 9.394/96 (LDB), Lei 11.738/2008 (Lei do Piso) e ainda a Lei 14.113/20 (FUNDEB). Não podemos concordar com isso, iremos recorrer ao Ministério Público e Tribunal de Contas do Estado”, enfatizou Paulina Almeida, presidente do Sinte-PI.

 

 

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