A Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) realizou dias 09 e 10 de fevereiro a reunião do Conselho Nacional de Entidades e ao final das discussões aprovou a previsão orçamentária para o exercício de 2023 e o calendário das lutas 2023.
A presidente do Sinte-PI, professora Paulina Almeida delegada nata por ser da direção executiva da CNTE. Os representantes do Sinte-PI na atividade são: Edimar Nascimento (secretária de comunicação), Sandra Marília (presidente Sinte-Corrente), Marcilene Lima (presidente Sinte-Campo Maior) e Fábio Matos (secretário de assuntos municipais).

Representantes do Piauí no Conselho Nacional de Entidades da CNTE
Veja as principais atividades aprovadas no calendáriod e lutas para o primeiro semestre:
- 8 de março - Dia Internacional da Mulher
- 17 a 19 de março – 4ª Plenária Intercongressual Professor João Felício
- 22 de março – Dia Nacional de Lutas pela aplicação do reajuste no piso e carreiras dos/as trabalhadores/as em educação
- 23 de março a 23 de abril – Organização 24ª Semana Nacional em Defesa e Promoção da Educação Pública
- 1º de maio – Dia Internacional dos/as Trabalhadores/as - ações nas ruas
- 3 de maio – reunião virtual da CNTE para avaliação dos grupos de estudos e trabalhos
4 ª Plenária Intercongressual Professor João Felício
A realização da 4ª Plenária Intercongressual Professor João Felício, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, em Brasília (DF) foi aprovada na reunião. O regimento interno do evento foi apresentado antecipadamente: “A plenária é soberana, mas o nosso esforço coletivo é no sentido de investir mais tempo para o debate”, explicou a secretária geral da CNTE, Fátima Silva. A programação contará com participação do jornalista Luís Nassif, do professor Luiz Carlos de Freitas, da Unicamp, da senadora Teresa Leitão (PT/PE), além de representantes das centrais sindicais.
Internacional
O secretário de relações internacionais da CNTE, Roberto Leão, que também é vice-presidente da Internacional da Educação, reforçou a importância de as entidades filiadas conhecerem e divulgarem a campanha mundial de combate à privatização da educação. A mobilização tem três eixos: ampliar o financiamento da educação pública; combater a comercialização; e defender a educação pública de qualidade.
“Há um ataque muito grande dos privatistas sobre a educação. Há uma tentativa de padronizar a educação no mundo inteiro e isso é capitaneado pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), que criou o Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (PISA), que é uma organização de empresários, não é uma entidade da educação. Há um trabalho pela assessoria do banco mundial cuja lógica é investir na educação com a perspectiva de lucros e se utilizar de métodos empresariais no gerenciamento da educação", sintetiza Roberto Leão.


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