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PARALISAÇÃO

PARALISAÇÃO ESTADUAL E CARREATA MOBILIZARAM CATEGORIA NESTA QUARTA-FEIRA

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Na manhã desta quarta-feira, 08 de agosto, os trabalhadores e trabalhadoras em educação realizaram uma paralisação estadual e uma carreata para denunciar para a sociedade e cobrar do governo estadual o respeito aos trabalhadores em educação e o cumprimento das pautas da campanha salarial, como o reajuste de 33,24% para professores e funcionários ativos e aposentados, pagamento do precatório do Fundef e outras demandas.

O ato teve início com um protesto na Assembleia Legislativa e seguiu em carreata pela avenida Frei Serafim, principal avenida de Teresina, finalizando no Palácio de Karnak.

A presidente do Sinte-PI, professora Paulina Almeida, falou da resistência e mobilização da categoria. “Terminamos a greve mas nos mantemos na resistência porque o governo não atendeu as reivindicações da categoria quanto ao reajuste salarial de 33,24%, o pagamento do precatório do Fundef. Os funcionários e aposentados estam em situação de prejuízo imensurável. Sem reajuste salarial desde 2019 e com taxação da previdência de 14%”, enfatizou Paulina.

O precatório do Fundef deve ser pago 60% para a valorização do magistério. A luta do Sinte é pelo pagamento com o recurso que já está no cofre do governo e do recurso que ainda vai chegar. Sobre o Fundeb permanente, o governo alega o período eleitoral para não pagar o reajuste mas a Lei do Fundeb premamente diz que deve usar o mínimo de 70% para valorização dos profissionais da educação, e o governo só usou 44% no 1º bimestre, 53% no 2º bimestre e 56% no 3º bimestre.

Em 2021 os funcionários de escola não receberam o reajuste referente ao salário mínimo, que é constitucioanal, e ainda retirou a gratificação dos administrativos da escola de tempo integral. Assim como os aposentados estão amargando prejuízos imensúráveis sem reajuste salarial e com a taxação da previdência.

Os Núcleos Regionais fizeram várias denuncias quanto a estrutura das escolas, das condições de trabalho, da falta de transporte escolar e merenda precária. Muitos alunos da zona rural dos munícipios estão prejudicados porque não conseguem chegar até a escola.

As mobilizações irão continuar em todo o Estado até que tenhamos nossas reivindicações atendidas. Lutamos por valorização, autonomia e igualdade social.

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