Mais uma vez, os trabalhadores e trabalhadoras da rede estadual de educação deram, na quarta-feira (15), durante a manifestação na Seduc, uma demonstração da força de sua organização, centrada na atuação do Sinte Piauí.
Com a presença maciça da categoria e organizada pela direção estadual e pelos 27 Núcleos Regionais do sindicato, no curso da manifestação pública ficou manifesta a posição da categoria em relação a campanha salarial, qual seja , continuar lutando pelos reajustes de 2019 e 2020 e já inserindo a perspectiva de reajuste para 2022.
A presidenta da entidade, Paulina Almeida, foi enfática ao afirmar que “ a luta do Sinte, destacando a pressão que fizemos no dia 14 na Assembleia Legislativa, foi fundamental para que o governo estadual aumentasse o reajuste geral . Mas reforçamos que a nossa categoria tem o diferencial estabelecido pela Lei do Piso, que não é cumprido há três anos”.
Paulina Almeida sintetizou a compreensão da categoria ao acentuar, em relação ao bônus do Fundeb, que o governo não faz nenhum favor pagá-lo, visto que “ na verdade, se há sobra, é porque o governo Wellington Dias não valorizou a educação pública, pois, se pagasse os reajustes salariais normatizados em Lei Federal, não haveria sobra. Portanto o governo não fez o seu trabalho de forma correta”, finalizou a presidente do Sinte Piauí.
Conforme encaminhado ao final do Ato, o Sinte Piauí retornou à tarde para a Assembleia Legislativa para acompanhar a leitura da mensagem do Projeto de Lei do abono do Fundeb e percorrer os gabinetes, reforçando a pressão sobre os/as parlamentares em relação tanto ao decreto referente ao bônus do Fundeb, quanto à campanha salarial da categoria, ao fim do desconto previdenciário dos aposentados e a demanda pela realização de concurso público.


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