O Dia Internacional da Juventude, celebrado nesta quarta-feira (12), além de uma celebração representa um chamado à ação. A juventude brasileira, marcada pela diversidade, pela criatividade e pela coragem, não aceita ser relegada à margem das decisões que moldam o presente e definem o futuro. Participa, questiona, aprende, organiza e luta por mudanças estruturais que garantam dignidade e justiça social.
A juventude não pode ser silenciada, nem ter seus sonhos interrompidos pela falta de oportunidades. O Brasil que se pretende democrático precisa assegurar educação pública de qualidade, trabalho digno e espaços reais de participação social e política. Sem isso, a promessa de futuro se torna apenas retórica.
A diretora da Secretaria de Juventude Trabalhadora em Educação do SINTE-PI, Joseane Maiara, e o diretor adjunto da pasta, Rafael Moreno, reafirmam o compromisso do sindicato com essa geração que luta e transforma. A juventude presente é a juventude que resiste ao desemprego, à precarização, à violência e às desigualdades. É a juventude que exige políticas públicas inclusivas, que combate as fakes news que tentam desmobilizar movimentos sociais e que reivindica o direito de sonhar e construir um país mais justo.
Neste 12 de agosto, celebramos não apenas a juventude como segmento etário, mas, principalmente como sujeito político coletivo, capaz de reinventar a democracia e de transformar a sociedade. Porque juventude é presente, é luta, é futuro.


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