Nesta terça-feira (13), Dia Nacional de Mobilização em Defesa da Previdência e da Educação, centenas de trabalhadores/as e estudantes ocuparam Teresina em defesa da educação pública, de qualidade e contra a reforma da Previdência nos moldes propostos pelo (des) governo Bolsonaro.
A união da classe trabalhadora com os estudantes aglutina ainda mais setores da sociedade contrários ao verdadeiro desmonte promovido na educação Pública por Bolsonaro.
Na concepção da presidente do Sinte-PI, Paulina Almeida, “ a união entre estudantes e trabalhadores (as) é essencial no fortalecimento da luta, na unicidade está a nossa força. Inclusive, para mostrar para a sociedade que uma Educação pública de qualidade, não só é possível, como é necessária para que seja construida uma sociedade menos desigual.", concluiu Paulina Almeida.
A concentração do Sinte-PI começou as 7h, na Praça do Liceu, sendo que a seguir a categoria se dirigiu em marcha, para a Praça do INSS, com o objetivo de encontrar os demais movimentos sociais, como a Central Única dos Trabalhadores e demais Centrais Sindicais e o Movimento Sem Terra e entidades do movimento estudantil, entre estas UNE, AMES e Centros Acadêmicos, além das comunidades acadêmicas do Instituto Federal do Piauí e da Universidade Federal do Piauí.
Em relação ao fim da Previdência social, o vice-presidente do Sinte-PI, Kassyus Lages, destacou que a importância da manifesação de hoje é acordar a sociedade para que entenda que tanto os que já se aposentaram quanto os que poderiam se aposentar, com a capitalização, caso não viremos o jogo, já estão prejudicados na sua essência", declinou Kassyus Lages.
Os manifestantes percorreram o Centro de Teresina, marcando posição ao parar na sede da prefeitura de Teresina e na do governo estadual, no Palácio do Karnak, onde foram direcionadas críticas tanto ao (des) governo Wellington Dias e ao (des) governo Bolsonaro. Na visão do diretor de assuntos sindicais e populares do Sinte-PI, Expedito Pacífico, a postura crítica em relação ao governo estadual é tão pertinente quanto em relação ao federal, inclusive no que tange à questão da aposentadoria. A manifestação terminou na Praça cujo nome, nestes tempos sombrios para a Educação, o livre pensar e o exercício pleno da cidadania, é uma contradição, a Praça da Liberdade!


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