Na manhã desta segunda-feira (18) aconteceu a primeira manifestação dos trabalhadores em educação da rede estadual na luta pelo reajuste salarial de 4,17%. A mobilização ocorreu ao lado do Palácio de Karnak após Governo não efetuar o pagamento do reajuste do piso salarial dos trabalhadores em educação, que deveria efetuado no mês de janeiro, além de não atender as solicitações de audiências para tratar sobre o assunto com o sindicato. A categoria reivindica o reajuste de forma integral para docentes, funcionários de escola, ativos, aposentados e pensionistas, além do retroativo a janeiro.

Na ocasião Paulina Almeida, presidente do SINTE-PI garantiu que a entidade não abrirá mão dos direitos da categoria “Todos aqui (categoria) sabemos os problemas que enfrentamos nas escolas desde a infraestrutura até as formações que são privatizadas, com todos esses problemas não podemos nos calar e não lutar pela nossa valorização. O reajuste salarial é nosso direito e vamos lutar por ele.”, afirmou a professora no ato realizado nesta manhã.
O movimento dos trabalhadores em educação reuniu outras categorias que apoiam a causa da educação pública e a valorização dos profissionais, entre os representantes: a Central Única dos Trabalhadores do Piauí (CUT-PI), Central Trabalhista do Brasil (CTB), Sindicato dos Servidores Municipais de Teresina (SINDSERM), Sindicato dos Policiais Civis, Sindicato dos Agentes Penitenciários e Servidores da secretaria de Justiça do Piauí (SINPOLJUSPI), além dos núcleos regionais do SINTE-PI de: Água Branca, Campo Maior, Canto do Buriti, Esperantina, Floriano, Jaicós, Oeiras, Picos, Piripiri, Piracuruca, Pedro II, Pio IX, Regeneração, São João do Piauí e União.
Na próxima quarta-feira (20) a partir das 8h30, em frente ao prédio do IASPI, a categoria realizará uma nova mobilização contra a reforma da previdência, que penaliza todos os trabalhadores do país. Serão dois momentos para os trabalhadores em educação, o primeiro ato em frente ao Iaspi, para protestar contra a previdência estadual e o segundo com a mobilização das categorias em frente ao prédio do INSS, na Praça Rio Branco.
Redação: Camila Santos
Edição: Gleydjane Moura


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