Na manhã desta quinta-feira (28), os trabalhadores e trabalhadoras em educação marcaram presença na Praça Rio Branco, centro de Teresina, para denunciar o descaso do governo e parlamentares com a educação básica pública em nosso estado.
As denúncias eram realizadas através de faixas, distribuição de panfletos e também nas falas dos educadores e da população.
A falta de transporte para estudantes, merenda escolar decente, estrutura digna das escolas, desvio de recursos da educação, falta de pessoal concursado, contratação de indicados políticos, descontos e redução salarial de servidores, além da não valorização dos profissionais da educação foram alguns dos pontos destacados nesse ato.
O reajuste salarial de 33,24% linear e na carreira para ativos e aposentados e o reenquadramento dos administrativos, foi mote principal durante a greve que durou 127 dias, e que ainda não foi cumprido pela governadora Regina Sousa.
A presidente do Sinte Piauí, professora Paulina Almeida, destacou que os trabalhadores seguem mobilizados, unidos e acreditando na justiça para que o cumprimento da Lei seja respeitado, garantindo a valorização dos trabalhadores em educação do estado do Piauí.
"As escolas estão com carência de servidores, tanto professores quanto administrativos, mas o governo continua colocando os apadrinhados políticos nas escolas, sem dar resolutividade na escola e nem melhoria nas condições de educação", disse, Léa almeida, presidente de Floriano.
"Lugar de militar é fazendo policiamento ostensivo e não nas escolas. Somos contra a mIlitarização das escolas, precisamos de valorização e condições de trabalho", destacou Josivaldo Martins, secretário de Formação do Sinte.
Estiveram presentes, além dos servidores e dirigentes de Teresina, os Núcleos Regionais de Altos, Demerval Lobão, José de Freitas, Floriano, Pedro II e Piripiri.
As Quintas Resistentes irão continuar, hoje foi na Praça Rio Branco e próximo dia 11/08 terá nova mobilização.


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