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Manifestação Previdência

MILHARES DE TRABALHADORES CONTRA A REFORMA DA PREVIDÊNCIA

Movimentos Sociais realizaram manifestação e passeata contra o projeto de reforma da Previdência de Bolsonaro

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Nesta sexta-feira (22), o ato contra o projeto de reforma da Previdência do governo Bolsonaro parou o Centro de Teresina, indo às ruas contra a Reforma da Previdência e em defesa da aposentadoria, lutando, desta forma, pela preservação da solidez da Previdência Social e pelas garantias constitucionais, visto que a proposta do governo Bolsonaro elimina a proteção social a milhões de trabalhadores/as no Brasil.

. O Sinte-PI foi um dos sindicatos que integrou o Fórum Pelos Direitos e Liberdades Democráticas do Piauí, ao lado das Centrais Sindicais e demais movimentos sociais, instância responsável pela organização deste ato unificado, marcando o Dia Nacional de Luta em Defesa da Aposentadoria. A presidente da entidade, Paulina Almeida, ao lado da diretora da Secretaria de Formação da CNTE, Marta Vanelli, participou do ato público e convidou o movimento sindical a dialogar com a população para  invibializar a reforma da previdência de Bolsonaro.

A classe trabalhadora do Piauí deixou manifesto o seu repúdio a PEC 006/2019, que, a mando do capital financeiro e de um dos seus tentáculos, o mercado de previdência privada, condena gerações a miséria na terceira idade.

 Os/as trabalhadores/ as mostraram a sua musculatura e a permanente disposição de lutar pelos seus direitos, independente do contexto em que se encontrem.

Fim da Previdência

A Proposta de Emenda Constitucional (PEC 06/2019) dificultará a concessão da aposentadoria. Milhares de trabalhadores/as terão o valor dos seus benefícios achatados, se aposentarão com benefícios abaixo do salário mínimo ou, em último caso, não se aposentarão.  

A proposta impõe a obrigatoriedade da idade mínima de 65 anos (homens) e 62 anos (mulheres) se aposentarem, aumenta o tempo de contribuição de 15 para 20 anos para receber benefício parcial e acaba com a vinculação entre os benefícios previdenciários e o salário mínimo. Implicando em reajustes dos aposentados menores do que os dos salários mínimos. A reforma de Bolsonaro prevê que a idade mínima aumente a cada quatro anos a partir de 2024, dificultando, ainda mais, a aposentadoria no trabalhador no futuro.

Dia de Luta

A mobilização em defesa da aposentadoria, foi só uma amostra do potencial de luta que caracteriza os/as trabalhadores/as, com a realização de atos, panfletagens e outras ações e atividades nos 26 estados e no Distrito Federal, em 78 cidades, sendo 26 capitais, como no caso de Teresina, e 51 cidades das regiões metropolitanas ou no interior dos estados.

 

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