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Truculência do governo não inibe Manifestação dos trabalhadores/as em educação

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Este dia 17 de junho foi marcado como Dia Nacional de Mobilização e Paralisação na educação pública. No Piauí, a capital amanheceu com um trânsito caótico, de modo que ocasionou engarrafamentos que paralisaram as vias do centro de Teresina. Tudo isso mostrou para a sociedade o quanto o governo teme o poder de mobilização do Sindicato dos Trabalhadores em Educação, o SINTE-PI.
Ruas interditadas num raio de 2 km do Palácio do governo provocou uma verdadeira turbulência na capital. Polícia armada para recepcionar professores e funcionários de escola que foram cobrar do governador respeito aos direitos dos trabalhadores, condições dignas de trabalho e de aprendizagem, respeito à carreira, aos aposentados, correção nos contracheques e outras demandas da educação.
A Manifestação contou com a participação da base e de dirigintes dos 27 Núcleos Regionais do SINTE-PI e da direção estadual e base de Teresina representando os trabalhadores e a indignação da categoria. “Valorização” tem sido a palavra-chave dos questionamentos constantes ao governo que não utiliza o recurso do Fundeb para realmente melhorar a educação pública e seus trabalhadores. O Sinte-PI exige respeito aos trabalhadores e trabalhadoras em educação e que o governo cumpra a legislação de valorização desses profissionais a cada dia mais desvalorizados, sem o respeito da carga horária da jornada, trabalhando em duas ou três escolas.
O governo Rafael Fonteles impõe um projeto de escola de tempo integral de forma autoritária, sem discussão com os trabalhadores e trabalhadoras da educação e com a comunidade estudantil. As denúncias de escolas em péssimas condições de funcionamento chegam de todos os Núcleos Regionais. O que existe são escolas maquiadas para aparecer nas redes sociais e justificar a propaganda que do governo estadual. Escolas de "tempo Integral" sem refeitório adequado, salas de aulas com janelas quebradas, banheiros com espaço reduzido e sem chuveiros,
Assim, as escolas não tem estrutura para o funcionamento em tempo integral, na realidade uma farsa que prejudica os/as estudantes, visto que, por exemplo,  muitos já fazem parte do programa menor aprendiz e vai optar por este em detrimento da escola, pois o governo não flexibiliza aos/as estudantes a opção de escolha real, oferecendo um arremedo de escola de tempo integral que não contempla a formação dos/as alunos/as.

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