As muitas manifestações em frente ao prédio do
IAPEP, não foram suficientes para barrar o fechamento do laboratório de Análise
Clinica e nem o setor de odontologia do órgão. Hoje os atuais servidores do
laboratório e da odontologia estão sem
função e enfrentando muitos problemas, motivados pelo fechamento de seu local
de trabalho. Sem falar que os maiores prejudicados mesmos são os servidores
públicos estaduais que recebiam a prestação dos serviços sem pagar os 10% da
co-participação.
Os representantes dos sindicatos no conselho do
IAPEP precisam ter uma posição mais firme e ofensiva diante dos problemas que
os servidores e os usuários tem enfrentado. O diretor geral do IAPEP, Antônio
Rufino, precisa compreender que o plano,
na sua totalidade, é custeado pelos servidores estaduais. Mesmo assim a postura
do presidente tem sido de mascarar os
inúmeros problemas enfrentados pelos servidores estaduais, que passam de
pequenas solicitações de exames, as sessões de fisioterapia, até mesmo a consultas
básicas para qualquer plano de saúde.
Mas em se falando de IAPEP-Saúde, os servidores tem
sido massacrados ao buscar atendimento nas clinicas, pois o constrangimento tem
sido pratica rotineira na marcação de consultas ou exames, que chegam a ser
marcados até 30 dias após a solicitação. Nos municípios do interior do Piauí, então,
nem se fala. O estado é de total calamidade e desrespeitos ao ser humano. Além
de tudo isto o servidor ainda será penalizado com o aumento no valor do PLAMTA,
que se especula que seja um aumento no valor de 7% a partir de outubro próximo.
Enquanto isso, o governo não tem nenhuma proposta
de reajuste para os servidores, que a exemplo da Educação, os trabalhadores só
no governo Wellington Dias somam um desgaste nos seus salários em torno de 47%
e reajuste ZERO.
Maria dos Remédios Silva
Vice-Presidenta do SINTE-PI